Garotas de programa, prostitutas e afins

É a profissão mais antiga de todas, mais ainda assim não é verdadeiramente reconhecida com profissão.
Não é a toa que há tantos mistérios envolta dela.
Por que os homens procuram tanto as garotas de programa?
O que leva uma mulher a escolher esse trabalho?
Por que elas ainda sofrem tanto preconceito na sociedade?

Conversamos sobre essas e outras questões no episódio de hoje: Garotas de programa, prostitutas e afins.

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10 Comentários (+adicionar seu?)

  1. Nilton
    dez 06, 2010 @ 18:59:43

    Ótima discussão. Eu mesmo tenho amigos que frequentam puteiros com certa assiduidade hehehe. Alguns o fazem por não conseguir se relacionar com garotas “comuns” ao ponto de conseguirem transar.
    Já outros, têm inclusive relacionamentos bem construídos mas são “sócios” dos puteiros pela experiência da “variedade de mulheres”. Acredito eu que eles precisam dar um tempo do sexo com a companheira fixa e, assim, pagam garotas de programa.
    Eu, particularmente, sou um virgem de 17 anos que – apesar de já ter frequentado puteiros e pago por alguns serviços – prefiro ir me aprofundando aos poucos com as experiências com garotas “comuns”.

    Parabéns pelo vlog!

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  2. Marlon
    jan 21, 2011 @ 21:45:11

    Eu sinceramente acho que deveria ser um lance registrado. Oficializar a profissão, assim como em muitos países. A dificuldade não é apenas do ato de vender o corpo, tem todo um background, que dependendo da situação, fazem a garota de programa correr perigo também.

    Agora, esse lance da mulher ter medo de ser uma puta na cama, na boa, se a mulher esta indo pra cama com o cara, certamente ela conhece um pouco dele, correto? Qual o problema de se soltar? Não precisa ter esse medo, disso ou daquilo, sexo é libertação também. Obviamente que não precisa mostrar todos os seus brinquedos de “sadomasô” logo de cara.
    Conheço pessoas assim e uma delas inclusive, disse que não gosta de fazer sexo por causa dessas amarras. Pô! E ai?
    Aliás, sugestão para um possível pauta no blog. Essa coisa das pessoas não se soltarem na cama. Não estou falando de primeiras vezes, e nem especificando que são apenas mulheres, pois certamente existem casos de homens assim também. Gostei do blog. Abraços

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    • casalsemvergonha
      jan 21, 2011 @ 22:17:22

      Concordo, Marlon. Se fosse regularizado, seria mais ainda uma profissão como qualquer outra, porquê o pessoal iria poder trabalhar e ter direitos, como qualquer cidadão. Se a pessoa fez essa escolha na vida, ela está ciente e vai ter que arcar com o lado positivo e negativo daquilo. Assim como em qualquer outra profissão.

      Boa a sugestão de pauta sobre a galera que não se solta na cama. Difícil entender o porquê isso ainda acontece hoje em dia.

      Valeu pela participação, passe quando quiser!

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  3. Lucas
    jan 22, 2011 @ 05:00:36

    Interessante a parte onde vocês falam que o homem busca uma garota de programa para desestressar ou pra relaxar. O que acontece muito é que homens carentes contratam uma prostituta as vezes só para conversar, os caras se sentem tão sozinhos que pagam uma hora de sexo, só para desabafar. E muita prostituta acaba sendo uma psicóloga e dando concelhos e vez de simplesmente dar.

    Parabéns pelo Vlog. Acabei achando vocês pela foto que postaram da Jaque no blog gatasdacampus.wordpress.com ;)

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  4. Andréia
    jan 24, 2011 @ 19:59:18

    Sexo com prostitutas pode ser considerado traição?
    Qual a opinião de vocês?

    Resposta

  5. casalsemvergonha
    jan 25, 2011 @ 18:47:25

    Olá Andréia,

    nós não defendemos a fidelidade, nem o relacionamento aberto. Nós defendemos a verdade entre os casais, de honrar o combinado que fizeram.

    Se combinaram em ter fidelidade, com certeza comer uma puta é uma traição. Ou o cara falaria que foi no puteiro?

    A maioria das pessoas querem enganar, manipular, mentir para a pessoa que ele diz “Eu te amo” direto. Isso é a maior sacanagem de todas. Não precisamos magoar, muito menos enganar a outra pessoa. Simplesmente, se pintar essa vontade toda da putaria, tente fazer essa putaria com o seu parceira, num swing, por exemplo. Se não rolar, fique solteiro e seja feliz. E o melhor, sem sacanear ninguém.

    Beijo,
    Eme e Jaque.

    Resposta

  6. Brenda
    abr 23, 2011 @ 21:26:08

    Exato. Será uma traição se você se sentir traída. Ou seja, em um relacionamento aberto onde os dois sabem do que o outro faz… está tudo bem.

    Agora um namorado\marido que procura uma prostituta pra “relaxar” sem o consentimento da parceira… Esse sim, é um filho da p#. É traição.

    Resposta

  7. Gustavo
    maio 04, 2011 @ 22:49:25

    Conheci o blog há pouco tempo e queria começar parabenizando vocês por discutirem esses temas.
    Quanto ao tema da prostituição, reparei que o discurso de vocês parece uma análise muito superficial da realidade.
    A visão de ‘pô, ela tem dotes sexuais bons, por que não desenvolvê-los?’, ‘ de que dá grana fácil’, ‘ é uma profissão como qualquer outra’ ou de que a regularização seria uma saída deve ser repensada, analisá-la de outros prismas.Ir além do ‘sou uma mulher e quero vender prazeres, qual o problema?’
    O corpo da mulher carrega muitos símbolos que foram construídos sócios historicamente através das sociedades. Não é só corpo, é identidade, autoafirmação, cultura.
    Essa tentativa de regularização da prostituição , ás vezes, carrega uma ideologia dominante por trás. Será que por trás da ‘independência do corpo’, não há uma ‘legitimação’ de um modo de submissão feminina?
    Durante muitos séculos, com a ascensão patriarcal, a posição da mulher na sociedade se inverteu para a submissão, inferiorização perante o sexo masculino
    Falar de sexo e de corpo, pela história, é falar de poder.
    Ainda mais aqui no Brasil, um país machista, racista e elitista.
    Enfim, não quero me delongar muito mas meu objetivo é questionar. Espero que não tenha interpretado vocês errado, pois não foi minha intenção.
    Para refletir:
    Dica: Pesquisem um pouco sobre a formação da família; seria interessante pra relacionarmos o que consideramos como amor, monogamia, poligamia, relacionamentos etc..
    Dica²: o filme “Anjos do Sol” trata bem sobre a questão da prostituição infantil.

    Parabéns pelo blog e um abraço!

    Resposta

  8. Rosana
    maio 11, 2011 @ 23:06:17

    Concordo que é apenas uma profissão e acho que não é aceita pq tudo que se relaciona a sexo é um problema em nossa sociedade ainda.

    Uma ginasta se arrebentar, destruir o corpo, parar de menstruar e tal, tudo bem. Uma modelo deixar de comer e usar inúmeros artifícios tpara continuar bonita tudo bem (até a prostituição para conseguir algo). Esses usos do corpos são considerados profissão, uso para o sexo é sujo, é submissão, é sei lá o que.

    Agora o que eu considero extremamente injusto é a pessoa passar a vida toda nessa profissão e não poder contar com aposentadoria e assistência saúde quando precisa. Não é criar uma profissão, mas regulamentar algo que já existe, garantir direitos a pessoas marginalizadas socialmente, assim as brechas para todas as formas de abuso que acompanham o mundo da prostituição fica muito mais forte.

    Legal a abordagem, acho importante falar sobre. Parabéns pelo blog

    Resposta

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