Virgindade – Ep. 18 – Casal Sem Vergonha


Pra quem ainda não se inciciou nas maravilhas do mundo do sexo, o dia de perder a virgindade é tópico principal nas pautas da mente.

O Casal Sem Vergonha bate um papo sincero sobre o assunto. Se ainda é virgem, são dicas valiosas. Se não pertence mais a esse grupo já faz um tempo, vale a pena assistir e deixar sua opinião.

 

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Broxar – Pequeno Manual do Horror


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Por *Tomas, do blog Casos sobre Casos.
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“Eu não sei como homens conseguem manter a seriedade. Eles tem essa coisa longa e delicada pendurada para fora dos seus corpos que sobe e desce por vontade própria…” – Yoko Ono em raro momento de sensatez.
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Costumo dividir o tema da perda da excitação sexual em dois casos: a “broxada  localizada” (no membro apenas) ou a “broxada geral” (perda total de tesão). Abaixo listarei alguns fatores físicos comuns que podem contribuir para a “broxada localizada”:

Camisinha

A pior invenção completamente necessária criada pela humanidade. Não dá para sair por aí e transar sem camisinha mesmo sabendo que essa proteção tira grande parte da sensibilidade do pênis. Isso é um porre mesmo.

O momento de colocar a camisinha é muitas vezes broxante. Normalmente surge automaticamente cortando o clima e acontece aquela pausa obrigatória para encontrar a embalagem, abrí-la… e nesses momentos, dependendo do homem e/ou da situação envolvida, o pau pode dar uma leve amolecida. Se houver razões psico-emocionais prejudicando o envolvimento total do sujeito com o ato sexual, o momento de colocar a camisinha pode ser fatal.

Imagine um cara transando há anos sem camisinha com sua esposa (a dele, não a sua). O casamento termina e ele volta para a pista, pega uma moça em uma noite louca e de repente se vê novamente com uma embalagem de camisinha na mão. Ele sabe muito bem que não terá o mesmo prazer na penetração. Nesse momento o nervosismo de estar com alguém novo depois de tanto tempo casado e de se embananar para usar uma simples camisinha pode facilmente causar uma brochada.

Dica para as moças: peça gentilmente para colocar a camisinha depois de um boquete. Divirta-se com o processo. O cara vai curtir na certa e isso deve evitar um possível desastre.

Dica para os rapazes: masturbação com camisinha para que você se acostume e associe a ereção com a proteção. Tenha sempre uma camisinha MUITO perto na hora do sexo.

Álcool

Depende muito de cada pessoa, tipo de álcool (qualidade ou gênero), quantidade de comida ingerida antes da bebedeira, tipo de comida, hora da refeição… a melhor coisa é não beber. Um pouco de bebida pode dar sono, muita bebida pode prejudicar a performance.

Pessoalmente já me ajudou e já me atrapalhou de certa forma (é quase impossível para mim ter um orgasmo depois de uma bebedeira). Acho arriscado e tento evitar.

Maconha

Relaxa demais. Já fiz uns testes e com uma boa dose descobri que de repente meu corpo ficava decidindo  onde iria bombear meu sangue com exclusividade. Cérebro, pau ou os pálpebras. Não recomendo.

Remédios e Outras Drogas

Sei por terceiros que alguns remédios são bem perigosos, mas pelo menos alertam na bula. Antidepressivos por exemplo podem deixar o cara impotente e piorar sua condição.

Alucinógenos podem dar uma bad trip e o cara entrar numas que está na cama com uma clone sua de outra dimensão ou que um rinoceronte de arame está observando tudo atentamente pelo buraco da fechadura.

Ecstasy eu tenho uma pequena curiosidade a respeito, mas como não sou de beber muita água não estou tão disposto a me arriscar a ter um sexo de bexiga cheia.

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Suspeito que fatores psico-emocionais normalmente são comuns nos homens que têm uma abordagem menos ogra no sexo. Homens que podem por razões das mais diversas não relaxarem na hora de transar por serem assombrado por inseguranças (baixa auto-estima), culpa (ex.: transando com quem sabe que não deveria transar), tristeza (ex.: fim de relacionamento já anunciado), receios gerais (ex.: segunda tentativa de transar com uma menina depois de uma brochada prévia), stress (ex.: o marido ou namorado da moça pode abrir a porta a qualquer momento) ou até sustos.

Sustos? Sim. Pode acontecer. Broxei com uma moça super doce que me levou para a cama toda feliz e na hora da penetração descobri que ela reagia chorando à excitação sexual. Chorava de soluçar. O maior berreiro! Ela dizia que estava tudo bem, mas não consegui continuar. Me desconcentrou completamente pois fiquei me sentindo um estuprador… se eu fosse mais ogro, acho que teria ignorado completamente seus prantos.

Os fatores de origem psico-emocional citados podem causar também a “broxada geral”. Ela é comum e já vi acontecendo com várias mulheres. Se a mulher der essa broxada geral pode pedir para o cara interromper na hora o ato sexual, fingir que tá tudo bem ou até pedir para o cara se apressar e gozar logo para que ela possa ir no banheiro e repensar toda a sua vida desde o ensino médio.

Entre os homens os fatores físicos são mais fáceis de se lidar. Pode ser a falta de higiene da parceira, descobrir na cama que ela não tem uma perna e você passou a noite alisando uma prótese de última geração, importência por causa de doenças comuns (já tentou transar com pneumonia e febre? É difícil… apesar de ser bom para desobstruir as vias respiratórias)… todas são causas compreensíveis e que não devem tirar o sono de nenhum macho.

Broxar é estranho, desesperador, frustrante, irritante, amedrontador e infelizmente algo comum. Eu lido como se fosse um acidente automobilístico. Ninguém gosta, mas sempre pode acontecer com quem dirige o tempo todo.

O que fazer se essa situação rolar?

Rapazes: peça desculpas uma vez apenas (nada de choramingar), diga a verdade se souber a razão. É bom que a mulher ouça a verdade e principalmente que a culpa não foi dela.

A culpa foi dela? Aí é contigo.

Você não sabe a razão? Diga que não sabe, mas sabe que a culpa não é dela. Normalmente não é mesmo. Tente relaxar, ofereça sexo oral, carícias, diminua um pouco a intensidade do momento e recomece meio que do zero com muito carinhos e afagos… se isso não resolver você tem duas opções: postergar a transa para outro dia rezando para que seu pau entenda que você está com tesão ou dar um pulinho na farmácia e comprar um desses remedinhos milagrosos para esse lance. O lance é que os remedinhos devem ser a sua última opção sempre. Podem viciar você psicologicamente e se a mulher descobrir que você tá usando… bem, ela não ficará satisfeita ou feliz, né? Não vai achar que você brochou. Vai achar que você É broxa (diferença enorme) e essa fama lhe precederá na cidade. Olha lá, rapaz!

Moças: “Foi algo que fiz? Algo que falei? Tem alguma coisa errada no meu corpo?” Provavelmente NÃO. O homem que broxou estará se sentindo péssimo, menos ele mesmo e com a auto-estima na sola do pé.  A tática aqui é pedir de uma maneira bem doce para que ele relaxe (pé do ouvido) e combine que ficarão só nas carícias e sentindo o corpo um do outro. Em alguns minutos essa carícia deverá automaticamente evoluir para algo mais forte e o membro do cara provavelmente estará mais disposto.

Evite mostrar frustração, raiva ou sentimentos negativos. Esse deve ser um dos momentos de maior fragilidade e insegurança na vida de um homem. É importante para ele acreditar que pode dar prazer para você. ACREDITAR é a palavra-chave, moça!

 

Sobre *Tomás

Carioca com mais de 30 anos. Vida sexual ativa, sem papas nas línguas, adora uma perversãozinha, fetiches e nunca comeu uma ruiva de verdade.

Casal Sem Vergonha Recomenda – Caio Fernando Abreu


Caio Fernando Abreu é um daqueles autores que faz a gente imaginar que os seus textos foram escritos pra gente. Difícil quem lê e não se identifica. Há aqueles que o consideram um leitor down, baixo astral, deprê – natural, já que os seus textos tem o poder de mexer lá no fundo, de cutucar a ferida que nem a gente sabe direito onde está.

Acho que uma das melhores descrições do Caio foi feita pela Lygia Fagundes Telles:

“O que me inquieta e fascina nos contos de Caio Fernando Abreu é essa loucura lúcida, essa magia de encantador de serpentes que, despojado e limpo, vai tocando sua flauta e as pessoas vão-se aproximando de todo. Aquele ritual aparentemente simples, mas terrível porque revelador de um denso mundo de sofrimento. De piedade. De amor.”

Os personagens do Caio nunca são felizes, mas sempre deliciosamente intensos. Intensos na dor, na paixão, na loucura, no sexo. Aliás, Caio foi um dos primeiros autores brasileiros a falar de temas considerados hiper-tabus nos anos 80 – como sexo, homossexualidade e AIDS. Revolucionário e original, sempre.

Se você ainda não conhece, está perdendo tempo. Seus textos estão espalhados pela Web e, se gostar, seus livros podem ser achados em qualquer livraria. E, prepare-se para se apaixonar como nunca antes.

Links úteis:

Para comprar: Estante Virtual

http://caiofernandoabreu.tumblr.com/

Textos na íntegra: http://bit.ly/f4Nazt

Broxadas – Ep. 17 – Casal Sem Vergonha


“Isso nunca aconteceu comigo antes”. Você com certeza já disse ou já ouviu essa clássica frase antes.

O que fazer quando o instrumento insiste em não funcionar?

Casal Sem Vergonha bate um papo sobre o assunto.

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O que as mulheres querem? – Pesquisa Sem Vergonha


O que elas querem, afinal?

O que as mulheres realmente querem e gostam no sexo? Essa é uma pergunta difícil, mas você pode nos ajudar a descobrir. Veja como:

Se você é mulher, basta clicar no link abaixo e gastar dois minutos do seu dia que poderão fazer um grande bem para a humanidade. São só duas perguntas e a pesquisa é anônima.

Se você é homem, passe o link para todas as mulheres da sua lista de email, twitter, facebook, orkut, etc.

PARA RESPONDER A PESQUISA, CLIQUE AQUI.

Por quê?

O resultado vai dar origem a um episódio com esse tema, no qual vamos revelar os desejos mais ocultos das mulheres. Utilidade pública.

O Casal Sem Vergonha  e os homens em geral  agradecem!

Dominar ou se deixar dominar… é discutível.


Por *Tomas, do blog Casos sobre Casos.


Esse  tema caiu como uma luva porque recentemente tive duas experiências distintas que acredito ilustrarem bem minha opinião sobre a discussão em pauta.
Moça A: temperamento forte, desembaraçada, sem frescuras. Err…Rock’n’roll.
Ex-namorada de um colega. Tinha seu contato há anos aqui, mas só há pouco começamos a nos falar constantemente e em um certo momento acordamos que os dois estavam querendo sexo e simpatizavam um com o outro. Marcamos um encontro e quando nos vimos em um bar já sabiamos que iriamos transar naquela noite. Como não escondíamos o assunto e continuávamos a conversar sem pudores, durante o papo no bar eu descobri duas informações interessantes:
1- Ela gostava tanto de dominar quanto de ser dominada e queria as duas coisas;
2- Ela não gostava de tapa na bunda (“Um tapinha só, ok. Sem problemas, mas não fica dando tapa porque eu não gosto“).
Deixamos os detalhes de lado e partimos para a transa que foi sensacional. Repetimos no dia seguinte e na manhã do outro. Alternamos papéis, curtimos demais o final de semana e dei só um tapa na bunda quando ela se virou sorrindo e disse: “Você tá morrendo de vontade de dar um tapa, né? Pode dar!” – SLAM, biacth!
Moça B: delicada, de poucas palavras, chique, bem jovem. Hummm…Princesinha.
Depois de algumas noites de pegação havia chegado a hora do sexo. Ela gemia baixinho e gostoso durante as preliminares e o sexo oral (não considero sexo oral como preliminar). Tudo parecia bem. Comecei a penetração explorando em leves investidas cada passagem de anel vaginal quando na quarta estocada ela abriu os olhos, séria, e mandou na lata: Querido, enfia todo esse cacete para eu sentir ele inteiro”. Me chocou um pouco, mas topei. Toma!!! Sua cabeça pendeu para trás, abriu a boca, os olhos reviraram e ela segurou com um abraço meu corpo para que eu não me movimentasse. Eu lá estático e pensando “Querido?“. Um segundo, dois, três, quatro, cinco seis, sete. Aí ela novamente me olhou e ordenou:“Agora mete assim e dessej jeito, nesse ritmo…”
Acho que é importante que eu conte um aspecto meu nesse momento. Sabe quando você vai à uma peça de teatro ou o cinema e você odeia logo de cara o que está assistindo? Eu sou aquele que levanta e vai embora nos primeiros quinze minutos quando acho que não vale a pena compactuar com uma produção ruim. O valor do ingresso começa a custar mais caro a cada minuto de exibição e no caso da Moça B, por mais que a protagonista e o trailer prometessem, a direção se mostrou péssima. Digo isso morrendo de pena, porque ADORO feedback na cama. Acho fantástico descobrir como cada mulher gosta de cada coisa, mas as falas e o timing… estavam horríveis.
Nem havia engrenado na sintonia fina da posição naquele momento e o “querido” profanado veio como um soco no ego. “Querido” é condescendente demais para uma primeira transa com o cara. Eu nunca nem imaginaria quebrar o ritmo e o andamento para sugerir uma mudança de arranjo no meio do compasso: “Filhinha… rebola aí! E vê se requebra direito!” Não dá, né? Pelo menos não na primeira transa dos dois. É preciso de um mínimo de tato quando se está descobrindo a outra pessoa em um momento tão íntimo.
Tem homem que realmente não se abala, não se importa ou até que curta. Ora bolas, tem homem que enfia o pau em qualquer coisa que se mexe. Não é meu caso. Desengatei e dissei: “sinto muito, mas não vai rolar“. Ela entendeu e até pediu desculpas. Disse que não precisava se desculpar e que tentaríamos depois em breve.
Dias depois fomos novamente para a cama e rolou tudo ótimo. Ela adorou (ou será nominada para o Oscar) e eu só não achei a transa sensacional porque dessa vez  forcei a minha imposição como dominador ao invés de deixar rolar e deixar cada um dos papéis se desenvolver aos poucos e naturalmente.
A conclusão que cheguei é que sou dominador por natureza, mas posso aceitar o papel como dominado. O que não posso é ser dominado sem aceitar primeiro o papel. A grande diferença entre os dois casos foram a comunicação e o entendimento. Não tem mágica. O sexo sempre será melhor quando as partes envolvidas possuem um mínimo de conhecimento sobre o outro e quando essas informações ainda não estão disponíveis, meu conselho é manter-se no padrão básico: Moça submissa na cama e macho dominador devastando o que encontra pela frente. Funciona que é uma beleza na maioria dos casos. Com o tempo vocês vão se acertando e definindo melhor seus papéis de acordo com o gosto de cada um.
P.S.: A Moça A perguntou se eu curtia um tapa na bunda. Respondi que sim. Não me dá tesão, mas acho divertido e sexo tem de ser isso mesmo. Slap!



 

Sobre *Tomás

Carioca com mais de 30 anos. Vida sexual ativa, sem papas nas línguas, adora uma perversãozinha, fetiches e nunca comeu uma ruiva de verdade. Autor do Casos sobre Casos.

Dominação e submissão no sexo – Ep. 16 – Casal Sem Vergonha


Sexo sempre esteve ligado com a ideia de dominação e submissão.

Nesse episódio, batemos um papo sobre o assunto.

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