Novo Site do Casal Sem Vergonha em domínio .COM.BR


Em setembro de 2010 começamos o blog Casal Sem Vergonha do zero, usando um template do wordpress básico e conquistando visitante por visitante. Hoje, quase um ano depois e com 600.000 pageviews mensais, criamos um NOVO SITE com domínio .COM.BR, iniciando a fase PRO do nosso projeto.

Entre no novo site e nos diga o que achou. Não postaremos mais nesse endereço, então se atualize para não ficar boiando.

Pelos Direitos dos Pneuzinhos – uma crítica à ditadura da beleza


Coisa chata essa de todo mundo ter que ser igual. Como se já não bastassemos termos que nos adaptar aos infinitos padrões culturais e sociais que nos são empurrados guela abaixo, ainda temos que adaptar nosso corpicho a um padrão estabelecido pela mídia e pela sociedade.

Na Grécia Antiga, as Deusas eram sempre cheinhas, com curvinhas cheias de charme. E essa regra durou bastante: até uns 30 anos atrás, esse era o padrão estético perseguidos pelos ícones de beleza – até porque, aqueles quilinho a mais, eram considerados sinal de fartura – basta olharmos as divinas curvinhas de Marlyin Monroe. Regime são uma tendência de uns anos pra cá. E pouca gente escapa da regra – porque pra você caber num manequim 36 comendo igual a um ser humano normal, tem que ter uma predisposição genética. E os 90% da população que não a tem, se lascou.

E como se não bastasse o peso, hoje temos também que nos adaptar a um monte de outras coisas que todo mundo tem que ter: peito grande e duro, bunda empinada, nenhum pneu com reserva de gordura pra situações emergenciais (já pensou se a Gisele Bundchen se perde num deserto? A reserva de gordura dela não dá pra 24h), cabelo liso, unhas sempre pintadas, entre outros.

É por isso que abrir uma revista com ensaios sensuais hoje é muito menos emocionante – todo mundo é igual e, se não for, o Santo Photoshop dá um jeitinho. O site Hypeness fez essa semana um post com uma coleção de fotografias femininas dos anos 50 e 60 – tudo muito mais bonito, mais sexy, mais natural.

Agora queremos ouvir de vocês: preferem o padrão de beleza dos anos 50 e 60 mostrados no post ou acham tudo mais bonito agora? Deixe sua opinião nos comentários!

Trair x Ser Traído



Leia a parte 1 dessa série de posts sobre traição.
Leia a segunda parte dessa série de posts sobre traição.

Essa semana o Discovery Home & Health traz novamente a dupla Renata e Zander, falando sobre a difícil escolha entre saber ou não saber sobre uma traição, contar ou não contar. Os dois sempre contaram para o parceiro quando ocorreu uma traição, mas Zander confessa que prefere não saber, para evitar a paranóia. A Renata procura entender qual o tipo de traição e costuma perdoar.

Para nós, quando um casal começa um namoro, ele deve estabelecer acordos, logo no início da relação. Acordos decidindo em uma conversa informal o tipo de relacionamento que desejam ter: se monogâmico, se vocês podem ficar com outras pessoas, se os encontros familiares são obrigatórios, quantas vezes vocês desejam se encontrar por semana, se a mulher pode sair sozinha com as amigas para bares, se o homem pode jogar videogame quando a mulher está presente e por aí vai. Quanto mais o casal detalhar e afinar os seus acordos, focando na liberdade, individualidade e felicidade, melhor será o relacionamento.

O que não pode ocorrer é a quebra de um acordo. Ainda mais quando o combinado é que um é exclusivo do outro, sem carícias ou sexo com outras pessoas. Quem quebrar esse acordo será no mínimo oportunista e desonesto com a pessoa que escolheu livremente para amar, cuidar e dar prazer.

Por outro lado, precisamos levar em consideração que nós somos seres humanos, cometemos erros e falhamos. Existem situações realmente singulares, onde o acordo é quebrado até pela pessoa mais correta. Nesse caso, a melhor opção é contar o que aconteceu, sem dúvida. Melhor ainda seria conversar com seu parceiro antes de trair, antes de ir para o apartamento do moço ou levar a mulher para o motel. Se você está realmente certo de sua decisão, de que isso será bom para você de alguma forma, avise antes. Nós achamos que isso é o mínimo que a outra pessoa merece: Não ser enganado pela pessoa que ama.

Da mesma forma, saber é um direito que todos temos. Ninguém merece viver na dúvida ou pior, na enganação.

Pra entender e refletir sobre essas questões, assista ao programa “Traidores” passa toda a terça-feira, às 22h, no Discovery Home & Health. A cada episódio o público conhece a história de dois casais que traíram, de diferentes formas, cada uma com um final diferente. Vale a pena assistir.

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Traidores, toda terça-feira, às 22h, na Discovery Home & Health.

Para saber mais:

Fan Page Discovery Mulher no Facebook

Twitter Discovery Mulher

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Top 5 Músicas para o Sex Time – Parte II


Leia também: Top 5 Múscias para o Sex Time – Part II

Porque se transar é bom, transar com trilha sonora é melhor ainda.

Glory Box – Portishead

Closer – Nine Inch Nails

Islands – The XX

Stranglehold – Ted Nugent

 Bad Things – Jace Everett

Tem outras sugestões? Deixe-as junto com seu nome/twitter nos comentários desse post. Faremos uma seleção e sua música pode ser a escolhida para o próximo post.

“Se eu Fosse Você…” – Nova Categoria no Blog


A gente recebe muitos emails por dia com perguntas e dúvidas dos leitores. A maioria deles, só quer ouvir uma opinião sobre seus problemas. Como não conseguimos dar conta de responder pra todo mundo, resolvemos criar uma categoria aqui chamada “Se eu fosse você…” , inspirada numa iniciativa criava pela Regina Navarro em seu blog.

Vai funcionar assim: publicaremos dúvidas que recebemos e os leitores deixam conselhos, opiniões e sugestões nos comentários. A gente também vai meter o bedelho na discussão. Assim conseguimos ajudar muito mais pessoas e de uma forma muito mais eficiente, porque o leitor vai poder ter acesso à diferentes pontos de vista.

Se você tem dúvidas, problemas, questões, desabafos e gostaria de participar, mande email com assunto “Se eu fosse você” para oisemvergonha@gmail.com . Explique brevemente seu problema. Seu email pode ser anônimo e a gente te avisa quando sua pergunta for pro ar!

O que acham da ideia?

Acabou! E agora? – Como Sobreviver a um Pé na Bunda


Mãe é um ser sábio. Me lembro quando, ainda um projeto de adolescente, corri pros braços dela pra chorar pitangas a cerca do meu primeiro pé na bunda. E ela, sabiamente disse – “Filha, tudo passa na vida. Ninguém morre de amor”. Na época pensei como toda adolescente que acha que os seus 14 anos  de vida lhe deram experiência suficiente pra saber mais do que o mundo: “Ela não sabe de nada. Não tem ideia de como estou sofrendo. Quero morrer.” A depressão durou algumas curtas semanas e logo já estava pronta para a próxima.

Depois do pé na bunda de estréia, vieram outros. E conforme você cresce e começa a viver relacionamentos reais e não estilo Malhação, a dor vem um pouco mais pesada também. Mas, hoje repito as palavras da matriarca – ninguém morre de amor. Pode perder uns quilinhos, faltar uns dias no trabalho, beber mais que o normal – mas morrer, nunca vi.

O pé na bunda dói tanto porque mexe na nossa casca de ferida – o ego. Se parar pra pensar, a gente sofre mais por termos sido dispensados, por imaginar que a outra pessoa vai ser feliz sem a nossa ilustre presença, do que pela falta da pessoa em si. É claro que a gente sente falta, mas o ser humano é uma criatura que se adapta em praticamente qualquer situação. No começo sente falta da companhia, como um amigo muito próximo que vai morar fora, mais depois de um tempo você já estabeleceu outra rotina e começa a se lembrar de como era sua vida antes. E percebe, que nem tudo está perdido.

Nesse momento, a fossa é necessária. É como a casquinha do machucado – dói, mas é o que recupera a ferida interna. Se permita chorar e escutar “ All by myself” no último volume – mas por um curto período de tempo. Depois, sacuda a poeira, dê uma chacoalhada em você mesmo e continue a sua vida. O mundo não para pra você sofrer.

O que eu não entendo, são pessoas que tomam um toco e ficam correndo atrás do ex que nem papparazzo atrás de artista global. Conseguiria entender se houvessem 10 pessoas no mundo – mas esse não é o caso. Se o fulano não te quer, você vai ter que aprender a viver com essa realidade: você não é a última bolacha do pacote. Deixe o outro ser feliz e vai correr atrás da sua felicidade também. Antes sozinha, do que comprometida por piedade.

Se você se esforçar pra continuar a sua vida e parar de se lamentar, de fuçar no facebook do fulano, de ficar lembrando só das coisas boas do relacionamento e ignorando os problemas, você vai ser recuperar rápido. Depois de um tempo, nem vai mais lembrar da dor que sentiu – só quando senti-la de novo. Afinal, se quer amor, tem que estar preparada para a dor que pode vir junto. Já dizia o ditado:  “se não sabe brincar, não desce pro play.”

ps: pras horas mais tensas, aperte o play:

*Sugestão de tema: @steephaanies

Resultado da Promoção: Curso de Pompoarismo com Stella Alves



A especialista em Pompoarismo no Brasil, Stella Alves, me convidou para fazer o seu tradicionalíssimo curso para aprender essa arte, com direito a levar duas leitoras do blog comigo. Pra participar, pedi que escrevessem uma frase no mural da nossa Fan Page no Facebook dizendo porque você gostaria de ganhar o curso e as autoras das duas frases com mais LIKES levariam o convite!

E as duas vencedoras foram:

Renata Chelli Arcoverde (@rebiscoito) com 50 likes na frase:

“Quero fazer o curso de pompoarismo para sair desse sedentarismo vaginal. Tá na hora de exercitar essa musculatura e partir pro ataque! Quem sabe assim eu consigo prender um bofe? hahaha”

Carol Rocha (@tchulimtchulim), com 34 likes na frase:

“Quero fazer o curso de pompoarismo para surpreender meu namorado e ele NUNCA MAIS cobrar minhas outras partes no twitter e nem me levar aos TTbr de novo com esse assunto. Me ajudem amigos.”

Parabéns, meninas! E homens: nos aguardem!

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