Fui largada a um passo do altar. E agora? – “Se eu Fosse Você…”


“Estou vivendo uma fase complicada e acho que vocês poderiam me dar essa ajuda. Estava noiva há 1 ano, com casamento marcado, igreja e clube reservado, convites, lembranças e vestido encomendado. E, meu noivo terminou comigo do dia pra noite alegando me amar muito, mas que perdeu a confiança em mim, mesmo não havendo traição homem x mulher. Estamos separados já há 3 meses, não perdemos o contato durante esse tempo, há duas semanas  saímos para jantar juntos e acabamos ficando…Porém, tenho sofrido muito com toda essa situação, ele não toca no assunto da briga mais, mas não me sinaliza nada ao contrário. Quando entro no assunto, ele só me diz que ainda me ama, que sente muita minha falta e sente muito o que aconteceu com a gente. Gostaria de ajuda, não sei mais o que posso fazer para resolver essa situação toda. Amo ele demais, sofro muito com a separação.”

E vocês? O que fariam no lugar dela? Qualquer opinião é válida!

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46 Coisas que as Mulheres Nem Imaginam que Achamos Sexy


Leia também: 21 Coisas que Eles Nem Imaginam que Achamos Sexy

Mulheres são naturalmente sexy. E esse fato ficou ainda mais claro depois que fizemos uma pesquisa com os leitores do blog perguntando o que eles achavam mais sexy em uma mulher – recebemos milhares de respostas com vários detalhes femininos que os deixam babando. Fizemos um compilado dos itens mais votados e o resultado, você confere agora.

COISAS QUE AS MULHERES NEM IMAGINAM QUE ACHAMOS SEXY

1. Rabo de cavalo com fios soltos;

2. Ela usando minha camisa e mais nada;

3. Barulho do salto alto;

4. Sardinhas no rosto;

5. Quando elas conduzem o sexo;

6. A forma como ela ri;

7. Quando ela senta  no nosso colo pra dar uma beijo;

8. Um belo par de seios;

9. Quando elas, de vestido ou saia, se esticam pra pegar alguma coisa no alto;

10. O jeito como acordam de cabelo bagunçado e pijama velhinho;

11. Ela deitada de bruços só de calcinha;

12. Cabelo cheiroso;

13. A manha que elas fazem quando chega a hora de nos separarmos;

14. Ela mexendo no cabelo;

15. O jeito como andam descalças na ponta do pé quando o chão está frio;

16. Ela lambendo os dedos depois de comer uma coisa muito gostosa;

17. Inteligência;

18. Quando ela anda pela casa só de calcinha;

19. Pés bonitos;

20. A pose delas de fazer xixi, com as perninhas viradas pra dentro e com a calcinha abaixada;

21. Cabelo molhado;

22. O jeito dela de se preocupar com a gente;

23. Um decote bem utilizado;

24. Quando ela morde a pontinha do óculos;

25. Coque bagunçado;

26. A forma na qual o cabelo cai naturalmente no rosto e o jeito dela de tentar arrumar;

27. Ela tomando sorvete;

28. Quando ela fica com frio e usa nosso moletom;

29. Vestido comprido e pés descalços;

30. Ela passando do banheiro pro quarto só de calcinha pra se arrumar;

31. Covinha nas costas (vulgo “apoio pra dedão”);

32. O jeito de andar;

33. Jeans + blusinha branca;

34. Tatuagem (principalmente as que só dão pra ver uma parte e deixam todo mundo curioso pra ver o final);

35. Um pouco de gordurinha pra ter onde pegar;

36. Atitude;

37. Quando arranham sem machucar;

38. O rosto dela visto de cima quando dorme no nosso peito;

39. Quando ela acorda de calcinha e se espreguiça gostosamente;

40. Blusa que deixa um ombro de fora;

41. Ela totalmente depilada;

42. Blusa sem sutiã;

43. O cheiro delicioso que deixam na casa depois do banho;

44. Quando elas não usam maquiagem;

45. Ossinho saliente na cintura;

46. Sentir todo o corpo dela quando dormimos de conchinha.

Me enrolei, e agora? – “Se eu fosse você…”


Post de estréia da categoria “Se eu fosse você…”. A gente explica melhor como funciona AQUI, mas basicamente é o seguinte: Postamos uma pergunta anônima que recebemos de leitores querendo opiniões e vocês metem o bedelho na vida alheia nos comentários! Qualquer opinião é válida!

Olá,

Moro junto com minha noiva há 5 ou 6 anos e percebi que nós demos uma super esfriada nos últimos 6meses. Com isso, acabei conhecendo uma menina no meu trabalho, 11 anos mais nova que eu, e acabou rolando um clima – levei ela pro motel e ganhei de presente a melhor transa que ja tive na minha vida!!! O problema é que ela tem namorado e eu acabei me apaixonando… Não sei o que fazer pois sinto que amo minha noiva e não quero magoá-la. Que conselhos podem me dar???

E aí gente, o que fariam se fosse ele?

“Se eu Fosse Você…” – Nova Categoria no Blog


A gente recebe muitos emails por dia com perguntas e dúvidas dos leitores. A maioria deles, só quer ouvir uma opinião sobre seus problemas. Como não conseguimos dar conta de responder pra todo mundo, resolvemos criar uma categoria aqui chamada “Se eu fosse você…” , inspirada numa iniciativa criava pela Regina Navarro em seu blog.

Vai funcionar assim: publicaremos dúvidas que recebemos e os leitores deixam conselhos, opiniões e sugestões nos comentários. A gente também vai meter o bedelho na discussão. Assim conseguimos ajudar muito mais pessoas e de uma forma muito mais eficiente, porque o leitor vai poder ter acesso à diferentes pontos de vista.

Se você tem dúvidas, problemas, questões, desabafos e gostaria de participar, mande email com assunto “Se eu fosse você” para oisemvergonha@gmail.com . Explique brevemente seu problema. Seu email pode ser anônimo e a gente te avisa quando sua pergunta for pro ar!

O que acham da ideia?

Acabou! E agora? – Como Sobreviver a um Pé na Bunda


Mãe é um ser sábio. Me lembro quando, ainda um projeto de adolescente, corri pros braços dela pra chorar pitangas a cerca do meu primeiro pé na bunda. E ela, sabiamente disse – “Filha, tudo passa na vida. Ninguém morre de amor”. Na época pensei como toda adolescente que acha que os seus 14 anos  de vida lhe deram experiência suficiente pra saber mais do que o mundo: “Ela não sabe de nada. Não tem ideia de como estou sofrendo. Quero morrer.” A depressão durou algumas curtas semanas e logo já estava pronta para a próxima.

Depois do pé na bunda de estréia, vieram outros. E conforme você cresce e começa a viver relacionamentos reais e não estilo Malhação, a dor vem um pouco mais pesada também. Mas, hoje repito as palavras da matriarca – ninguém morre de amor. Pode perder uns quilinhos, faltar uns dias no trabalho, beber mais que o normal – mas morrer, nunca vi.

O pé na bunda dói tanto porque mexe na nossa casca de ferida – o ego. Se parar pra pensar, a gente sofre mais por termos sido dispensados, por imaginar que a outra pessoa vai ser feliz sem a nossa ilustre presença, do que pela falta da pessoa em si. É claro que a gente sente falta, mas o ser humano é uma criatura que se adapta em praticamente qualquer situação. No começo sente falta da companhia, como um amigo muito próximo que vai morar fora, mais depois de um tempo você já estabeleceu outra rotina e começa a se lembrar de como era sua vida antes. E percebe, que nem tudo está perdido.

Nesse momento, a fossa é necessária. É como a casquinha do machucado – dói, mas é o que recupera a ferida interna. Se permita chorar e escutar “ All by myself” no último volume – mas por um curto período de tempo. Depois, sacuda a poeira, dê uma chacoalhada em você mesmo e continue a sua vida. O mundo não para pra você sofrer.

O que eu não entendo, são pessoas que tomam um toco e ficam correndo atrás do ex que nem papparazzo atrás de artista global. Conseguiria entender se houvessem 10 pessoas no mundo – mas esse não é o caso. Se o fulano não te quer, você vai ter que aprender a viver com essa realidade: você não é a última bolacha do pacote. Deixe o outro ser feliz e vai correr atrás da sua felicidade também. Antes sozinha, do que comprometida por piedade.

Se você se esforçar pra continuar a sua vida e parar de se lamentar, de fuçar no facebook do fulano, de ficar lembrando só das coisas boas do relacionamento e ignorando os problemas, você vai ser recuperar rápido. Depois de um tempo, nem vai mais lembrar da dor que sentiu – só quando senti-la de novo. Afinal, se quer amor, tem que estar preparada para a dor que pode vir junto. Já dizia o ditado:  “se não sabe brincar, não desce pro play.”

ps: pras horas mais tensas, aperte o play:

*Sugestão de tema: @steephaanies

Tem Amor Pra Todo Mundo? – Uma Reflexão Sobre o Poliamor


A palavra poliamor – mesmo tendo um significado lindo de “múltiplos amores” – é, para muitos, sinônimo de swing, putaria, poligamia. Mas seu significado real nada tem a ver com isso. Poliamor é um tipo de relação interpessoal que recusa o modelo monogâmico, culturalmente tradicional na nossa sociedade, defendendo a possibilidade responsável de relações íntimas e profundas com várias pessoas ao mesmo tempo. Ou seja, você não só transa com outras pessoas, mas desenvolve outras relações completas com elas.

Você provavelmente está nesse momento pensando: Isso não existe, é loucura. Mas antes de julgarmos o conceito nos baseando em noções estereotipadas do assunto, vale dar uma olhada mais a fundo na questão.

AMOR COMO FONTE RENOVÁVEL

Você tem amigos que ama, certo? Não somente um, mas alguns. Tem também sua família – que pode ser bem grande: primos, tios, irmãos, pais, filhos – todos muito amados. E além de tudo tem o maridão, que recebe também uma parcela generosa de amor.

Se conseguimos amar tanta gente simultaneamente, por que o amor romântico tem que ser dado pra somente uma pessoa? Essa foi a sacada dos seguidores do poliamor. Eles entenderam que não dá pra gastar amor que nem dinheiro, é um sentimento infinito, que nem todos os outros.

E o Poliamor se diferencia do relacionamento aberto, porque não envolve somente sexo – as pessoas se permitem manter relações profundas com outras pessoas. O sexo passa a ser mais uma forma de diversão e intimidade, caso contrário, seria apenas mais um grupo de amigos.

Seria então uma forma educada de trair? Traição implica em mentira, em quebra de acordos. Dentro do poliamor, todo mundo sabe de tudo o que está rolando e todo mundo está de acordo e feliz da vida. A fidelidade aí perde a noção de posse do outro, do corpo ou do “coração” – a fidelidade assume o único e exclusivo sentido de confiança mútua.

MAS EU ME MORDO DE CIÚMES!

As pessoas que seguem esse estilo de vida afirmam que sentem, sim, ciúmes. Aliás a ideia de eliminar ciúmes da vida é algo utópico – é como querer eliminar pra sempre a raiva ou ansiedade. Sentimentos sempre vão existir e martelar na nossa cabeça, cabe à nós decidirmos como vamos lidar com eles.

E pra adotar o poliamor como forma de relacionamento, as pessoas envolvidas têm que estar muito cientes da existência do ciúme para saber exatamente como lidar com esse diabinho. Mas mesmo em relações monogâmicas, o ciúme só domina os mais inseguros, já que nao tem nada a ver com a outra pessoa – ciúme é um problema seu com você mesmo.

MAIS FÁCIL FALAR DO QUE FAZER…

Nunca tinha me aprofundado no tema do Poliamor até escrever esse texto. Sabia o que era, mas tinha sempre o julgamento superficial de que isso é loucura. Pesquisando mais sobre o tema, descobri que essa é uma forma de vida adotada por muitas pessoas no mundo todo. E muitas pessoas vivem muito felizes assim, obrigada.

Acho a ideia ótima, até por ter minhas dúvidas sobre a questão de ficar com uma só pessoa pro resto da vida. Mas ainda não me convenci que relacionamentos múltiplos podem satisfazer a todos os envolvidos com a mesma intensidade do que em uma relação de exclusividade. Acho que por mais que seja uma experiência muito rica pro indivíduo em si, o crescimento do relacionamento é prejudicado. Dividir amor pode ser lindo, mas dividir energia pode acabar trazendo conseqüências não tão agradáveis.

E você, conseguiria se adaptar a esse modelo de relacionamento? Pra te inspirar, te deixamos com uma cena de Vicky Cristina Barcelona – como você reagiria em uma situação como essa?

Para saber mais:

http://www.xeromag.com/fvpoly.html – Página muito completa, com FAQs acerca do Poliamor.

http://www.polyamorysociety.org – Um dos mais importantes e completos sites sobre o tema. Criado em 1992 por Jennifer Wesp, reúne uma vasta comunidade nos EUA e em todo o mundo.

http://movingtowardsecstasy.wordpress.com/ – Blog com relatos verdadeiros de um casal que vive o modelo de amores múltiplos.

Tentando Entender Porque Traimos


Fomos  convidados pela Discovery Home & Health para assisitir uma palestra do Dr. Flávio Gikovate sobre o tema “Por que traímos?”, pra embalar a estréia de uma nova série no canal chamada “Traidores”.

Sempre quis entender mais a fundo esse fenômeno que vivemos desde sempre, e que não parece ter um fim próximo – a traição. Homens, mulheres, gays, heteros, todos passam por isso. Seja no papel de vítima ou de culpado, todo mundo já se viu nessa situação. E se ainda não aconteceu com você, há uma grande probabilidade de viver isso em algum momento da vida. Dr. Flávio clareou muito as idéias sobre o tema e vamos dividir nossas conclusões com vocês.

SOBRE EGOÍSTAS E GENEROSOS

Existem dois tipos de pessoas no mundo, os egoístas e os generosos. Antes de pensarmos nos tipos de traição,  aprender a identificar em qual categoria você e a pessoa amada se enquadram, pode ser a chave para entendermos muitas questões dos relacionamentos.

  • Egoístas

– Aquele indivíduo que acha que a coisa mais importante do mundo é seu umbigo.

– Não conseguem suportar bem o “não”.

– Possuem pouco ou nenhum remorso e culpa e se sentirem muita vontade de fazer alguma coisa, vão fazer, já que não possuem freio moral interno.

Não amam profundamente ninguém e têm um profundo medo do sofrimento, daí um motivo pelo qual não se entregam de verdade em nenhuma relação. Não gostam de confiar sua felicidade na mão de outro.

– Geralmente são pessoas inteligentes, agradáveis, atraentes, mas pouco confiáveis. Muitos são classificados como “cafajestes”, o que, impressionantemente, atrai muitas mulheres – principalmente, as que gostam de viver perigosamente.

– Em média, 50% da população se encaixa nessa  categoria.

  • Generosos

– Os generosos são mais discretos, gostam de panos quentes e sentem culpa demais. É o culpado pela existência do egoísta, porque reforça essa situação.

– Se preocupam demais em não causar sofrimento ao outro. Possuem desejos, assim como os egoístas, mas os reprime.

– Não gostam de mentiras e nem de histórias ilusórias.

– Se dão uma escapada, geralmente é em situações em que podem ficar mais invisíveis, como em viagens de negócios.

TIPOS DE INFIDELIDADE

  • Sexual

– Aquela que acontece por motivações única e exclusivamente físicas.

É mais comum nos homens, pois eles são muito mais visuais do que as mulheres. Pensando assim, dá pra entender porque a tal história de que “pra homem, qualquer rabo de saia vale” perdura até os dias de hoje. O desejo masculino por outra mulher, que não a oficialmente amada, é praticamente universal.

A mulher, diferente dos homens, gosta de ser desejada e admirada, daí as longas horas gastas em frente ao espelho. As mulheres se divertem em provocar – vaidade pra elas, é um prazer erótico. Os homens bem que tentam, mas não conseguem chegar nesse patamar das mulheres. Homem bonito tem valor, mas não desperta tanto desejo. Os que se esforçam muito pra exaltar a beleza, acabam chamando mais atenção de outros homens (justamente por causa da história de serem seres visuais).

  • Sentimental

– Traições sentimentais são mais graves e muito mais difíceis. Essas geralmente acontecem por causa de frustrações maiores na relação e os personagens são relevantes, diferente do cara que trai com uma prostituta ou com uma mulher X em uma balada.

Casamentos desgastados são o exemplo clássico. Como muito sabiamente pontuou Flávio Gikovate, “filhos e sexo nao combinam”. O casamento começa a virar rotina, preocupações chegam, o diálogo acaba e, consequentemente, o sexo passa a ser coisa rara de se ver. A parte que se sente mais prejudicada e infeliz, vai buscar o complemento na rua.

– O mais curioso é que, os traídos, quando descobrem, geralmente pedem pra voltar – já que percebem que tem quem queira aquele que a pessoa tanto rejeitou. Aí entramos na questão da vaidade e do ego. Ego ferido move montanhas. A vitima começa a lutar desesperadamente para arrumar relação.

Agora a pergunta: Dá pra perdoar? Dá pra confiar de novo?

Recuperar a confiança é uma coisa extremamente difícil pra gente. Fácil é perdoar e deixar tudo anotado na lista negra pra jogar de volta na cara na primeira oportunidade. Perdoar também exige uma auto-crítica muito sincera do traído em conseguir reconhecer se ele teve uma parcela de culpa, já que ninguém fica em uma relação infeliz sozinho.

Se você quer assitir a palestra do Dr. Flávio Gikovate na íntegra, clique aqui.

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