Dicas Pra Apimentar o Sexo Nesse Dia dos Namorados


O Dia dos Namorados está chegando e você não sabe o que fazer pra dar aquela inovada no sexo? A gente te dá uma forcinha.

ANTES

Bebam um vinho do bom, não vale ser muquirana nesse dia. O vinho é uma das bebidas mais sexy do mundo.

Prepare um jantar especial pra ele só de calcinha e sutiã;

Faça um ensaio de fotos sensuais onde você dirige ou é dirigida.

Faça uma massagem  com direito a luz de velas, musica sexy e óleo especial.

Escolha um conto erótico que te excita e leia pra ele.

Esconda bilhetes com mensagens safadas pelo quarto.

Assista um filme sexy deitados na cama juntos (Ex: 9 ½ semanas de amor, Lua de Fel, etc).

Mande mensagens no email ou celular falando sacanagens durante o dia.

Compre um vibrador e uma calcinha sexy e faça com que ela receba o pacote no trabalho. Assim, ela já vai fantasiando antes de chegar em casa.

Coloque uma bolinha de gel explosiva dentro de você e só conte pra ele depois;

Fique sem calcinha e conte pra ele.

Brinque de jogos eróticos – dados, baralhos, etc.

Faça um strip tease ao som de “You Can leave your hat on”.

DURANTE

Traga comidas (frutas, mel, chocolate, etc)  – nesse caso, ele ou ela, vão ser a bandeja. Tampe os olhos do outro e peça que ele adivinhe os alimentos que você trouxe.

Transe de olhos vendados.

Algeme ou seja algemado.

Fique o dobro do tempo que costuma ficar fazendo sexo oral.

Convide uma terceira pessoa pra cama (mas o assunto já tem que ter sido conversado entre vocês antes!)

Transe em um lugar inusitado como a escada de incêndio ou no meio da rua

Realize as fantasias dela. Ex.: Ser uma puta na cama, fazer igual a cena de algum filme, etc

Faça testes com alguns fetiches que ela nem sabia que gostava. Amarre-a, arranhe o corpo dele, fale sacanagens das mais fortes ao pé do ouvido, dê um banho de chanpagne nela e chupe cada gota.

Faça um filme de vocês transando.

Providencie um vibrador e diga que quer que ele controle o brinquedinho dessa vez.

Nos ajude a deixar a lista maior! Contribua com ideias nos comentários!



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Fetiches & Fantasias – o lado bizarro de todos nós


Pra falar desse tema, nada melhor do que começar com uma frase do ilustríssimo Nelson Rodrigues: “Se soubéssemos dos detalhes da vida sexual das pessoas não falaríamos com elas.”

Todo mundo tem fetiches ou fantasias, poucos tem coragem de assumir. Uma vez ouvi uma história de um homem que procurou uma garota de programa e chegando lá ele não queria transar – queria, invés disso, limpar o apartamento da moça e ser tratado como um empregado. O sexo era o que menos importava pra ele.

Fetiche é a atração sexual exclusiva por alguma parte do corpo ou por objetos ou ações teoricamente nada relacionados ao sexo. Já a fantasia sexual, se refere a tudo que envolve imaginação e, não necessariamente, realização. Mas de fato, os dois andam muito juntos, já que se uma fantasia tem tema específico, pode ser considerada fetiche também.

Jogue a primeira pedra aquele que nunca se pegou fantasiando com coisas bizarras. Listaremos aqui os fetiches mais comuns e os mais, digamos, inusitados. Aproveita e vê se reconhece o seu nessa lista:

OS MAIS COMUNS

Masoquismo: pra eles, o prazer é ser submetido e humilhado. Gostam de tapas, arranhões, mordidas, xingamentos – tudo o que as colocam em uma posição inferior.

–        Sadismo: Para todo masoquista ser feliz, tem que haver um sádico.O barato desses é dominar, causar dor, sofrimento, humilhar.

–        Voyeurismo: Prática dos que gostam observar de longe o sexo em si ou qualquer coisa relacionada que os excite.

–        Cross-dressing: Pessoas que sentem prazer em vestir roupas do sexo oposto e que nao tem nada a ver com orientação sexual. Sim, aquele gostoso da academia pode gostar de usar um fio-dental por baixo da calça.

–        Fantasia envolvendo estupro: Pessoas que tem tesão em imaginar que estão sendo forçadas a fazer sexo.

–        Fantasias homossexuais: Tesão em se imaginar transando com pessoas do mesmo sexo.

–        Transar com mais de uma pessoa na cama: Essa é a preferência nacional. Seja com mai um homem ou mais uma mulher, o menage ou threesome vem ganhando cada vez mais adeptos.

FANTASIAS MAIS “INUSITADAS”

–        Crush Fetish: Desejo em ver pequenos insetos e animais sendo esmagados até a morte.

–        Autonepiofilia: Pessoa que sente tesao em usas fraldas e ser tratada como um bebê.

–        Agorafilia: Pessoas que tem tesao incontrolável por transar em lugares públicos.

–        Looners: Aqueles que tem fetiche por balões. Alguns curtem estourá-los outros só brincar com eles.

–        Emetofilia: Fantasia dos que curtem vomitar ou que o parceiro vomite neles.

–        Exibicionismo: Tesão em mostrar as partes íntimas para pessoas estranhas.

–        Coprofilia: Tesão estimulado por excrementos: xixi ou cocô. Alguns gostam de ver, outros de cheirar e os mais loucos de ingerir.

–        Omorashi: Fetiche inventado pelos japoneses, que consiste em ter tesão em estar ou ver alguém com a bexiga cheia.

Daria pra listar mais uma infinidade de taras e fantasias – e, por mais bizarras que pareçam, a gente tem que lembrar que de perto ninguém é normal. Se for feito com segurança e SEM PREJUDICAR ninguém, as fantasias podem ser bem divertidas: vá fundo e ache alguém tão louco quanto você pra te acompanhar.

Sexo Anal Sem Complicação – pequeno manual


“Com gel e jeito não tem buraco estreito”. Será mesmo?

Muitos tabus rondam a questão do sexo anal. Alguns são fissurados pela prática. Pra outros, é difícil entender porque raios alguém pode gostar de enfiar o dito cujo em um buraco que foi feito exclusivamente para eliminar excrementos não necessários ao nosso corpo.

O fato é que o cu é uma parte valiosa do corpo que aprendemos a tirar proveito no sexo. Homens tem fascinaçnao por ele – inclusive os gays, que se divertem muito com o lado B.  Algumas mulheres também. A grande diferença é que os homens possuem a tal da “próstata”, que quando estimulada, dá muito prazer. As mulheres não – o que prova que o prazer vem única e exclusivamente do psicológico.

Tenho percebido que ultimamente, o interesse das mulheres por essa prática tem aumentado. Talvez por pressão masculina. Talvez por curiosidade. E, por sinal, acho justo também que os homens que se acham no direito de pressionar, testem antes pra ver do que se trata. Pimenta nos cu olhos dos outros é refresco – se você não aguenta um fio terra, pense bem na hora de pedir algo do tipo para a sua mulher.

O fato é que, só se pode dizer se gosta ou não quando experimentar. E se você está afim, aí vão algumas dicas pra facilitar o processo (e deixá-lo um pouco menos doloroso). E lembre-se: tenha sempre lubrificante e camisinha em mãos.

PARA ELAS

Esqueça os filmes pornôs, onde as mulheres dão o cu como se fosse algo muito natural. Não, não é. E você não tem problemas sexuais por não se atrair muito por essa prática.

–        Se você fica encanada com uma possível eliminação de excrementos na hora H, tente ir ao banheiro antes para deixar o caminho livre. Algumas pessoas tomam laxante. Outras fazem duchas. Eu sugiro tentar pelo método orgânico.

–        É preciso que você esteja com muito tesão. Mas muito mesmo. Naquele nível em que já fizeram de tudo e o fogo ainda nao foi embora.

–        Antes de se aventurar com o pau do seu parceiro, treine primeiro com dedos. Peça pra ele colocar um dedo quando estiver te chupando (cheque as unhas dele!). Quando estiver mais relaxada, deixe ele colocar mais fundo. Dê um tempo para o ânus perceber que terá que fazer o movimento oposto daquele que têm feito a vida toda.

–         Uma das posições ideais para iniciantes, é ela deitada de bruços na cama, só com um travesseiro embaixo do quadril pra levantar um pouquinho. De ladinho também é recomendada. Só mude para uma posição mais elaborada quando já  tiver muito confortável nas primeiras.

–        Segure o instrumento do menino na mão e o direcione para o buraco mágico. Quando estiver na posição certa, peça para ele ir colocando devagarzinho.

–         No começo, vai doer. Mas tudo pode ser controlado se você parar de mentalizar a dor. Pense em coisas safadas, coisas que te dêem tesao. É fato que o primeiro reflexo do nosso corpo é gritar para ele sair de você imediatamente, mas se você quer mesmo experimentar, vai ter que suportar por um tempinho essa dor inicial para aprender a transformá-la em prazer.

–        Se não estiver gostando, sempre pode pedir para ele parar.

–        Dar o cu exige inspiração. Se você nao está inspirada no dia, nao faça só porque ele pediu. Cu nao é pra ser dado como presente. Você dá quando bem entender. Sem pressão.

PARA ELES


–        Tenha paciência na hora de propor essa prática. Muitas mulheres já tiveram experiências traumáticas, ou pelo menos já ouviram histórias bizarras a respeito. Seja cuidadoso e carinhoso.

–        É preciso habilidade para executar a prática com maestria. Crie um clima antes e a deixe com muito tesão. Assim suas chances serao muito maiores.

–        Se você tem nojinho do bombom que pode eventualmente sair no meio do processo, nem “se meta” nessa. A etiqueta diz: se viu ou sentiu alguma coisa, ignore e continue como se nada tivesse acontecido.

–         Enquando a penetra , faça o favor de continuar estimulando a mulher pra ela abstrair um pouco da dor e continuar sentindo tesão. Beije as costas dela, pescoço, pegue nos seios, masturbe. Se vire nos trinta.

–        Se ela pedir pra parar, PARE. Ou vai corer o risco de nunca mais ter acesso à area dos fundos.

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Sempre é bom lembrar que sexo anal traz riscos a saúde. É a principal forma de transmissão de HIV entre outras coisas. Não vou listar todos os riscos aqui porque O Papo de Homem publicou um texto muito bom e completo sobre o tema. Para ler, clique aqui.

O blog A Vida Secreta também tem um post muito interessante sobre o assunto. Clique para ler.

O Casal Sem Vergonha tem também um vídeo sobre o assunto. Vale a pena conferir.

 

À procura do boquete perfeito – Pesquisa Sem Vergonha – Parte III


Todo homem gosta de um bom boquete. Se não gosta, provavelmente nunca encontrou uma mulher que o chupasse bem-feito. Mas mesmo as mulheres estando cientes disso, muitas ficam sem saber o que significa mesmo um bom boquete.

Para ajudar as mulheres que querem melhorar e para deixar os homens ainda mais malucos por sexo, vamos soltar aqui um preview da terceira parte da Pesquisa Sem Vergonha:

QUAL CONSELHO DARIA PARA UMA MULHER QUE QUER FAZER UM BOQUETE INESQUECÍVEL?


“Caprichar na saliva e nunca esquecer de lamber as bolas do homem.” (35 anos)

Olhar nos olhos do cara” (25 anos)

“Sem “nojinho“. Lambuze-se. Divirta-se. Engolir é fundamental.” (34 anos)

“Pensar que o pau é o último do mundo. Fazer mais molhado possivel. E colocar o máximo que conseguir na boca” (22 anos)

“Chupem com vontade , manda ver na putaria, e esquece do politicamente correto. Se  lambuza que o brinquedo é seu.” (28 anos)

“Começe sempre com muita suavidade e salivação, língua bem cheia, quando sentir as reações pode dar umas lambidas na cabeça do pau, mas não esqueça que em algum momento, você deve realmente chupar, usar succção mesmo.” (47 anos)

“Esqueçam as orientações que mandam fazer de conta que é um sorvete, pirulito, etc. Você está chupando um PAU, é como pau que deve chupá-lo. O homem gosta, mas pra ser inesquecível, a mulher tem que gostar mais ainda de fazer.” (35 anos)

“1- Tenta chupar o pau todo! Se nao der pra colocar tudo, vai até o maximo que der.
2- Pensa que a sua boca é a sua mão na hora que ta batendo uma punheta… chupando no sobe e desce.
3- Deixa gozar na boca e de preferência, engole” (28 anos)

“Dar atenção a cada detalhe, sem pudor. Dar atenção ao pau (cabeça) e às bolas. Halls preto.” (33 anos)

Prender o cabelo antes. Mamar me olhando, diretamente nos meus olhos, essa é essencial. Tentar engolir de verdade, fazer gagging. Bater com o pau na cara dela enquanto ela olha pra mim.” (22 anos)

Fazer por vontade e não pra agradar o parceiro. Se a mulher largar esssa ‘obrigação’  de lado e cair de boca com vontade acho que vai ser bem legal.” (19 anos)

“Não esqueçam do saco, olhem nos olhos do sujeito e façam até o fim — ou dêm pro cara de forma que ele não vá esquecer. Parar no meio pra terminar batendo uma não é ruim, mas é a diferença entre bom e inesquecível.” (25 anos)

“Ouse inovar como por exemplo usar um bombom de menta, e crie um clima antes!” (28 anos)

Faça com a mesma vontade e prazer que gostaria que um homem fizesse em você.” (21 anos)

“Tomar muito cuidado com os dentes. ” (18 anos)

“O conselho é ter muito carinho no pênis, puxe toda a pele do pênis para trás, lambidas na glande e no freio é fundamental. Passe a língua no buraquinho, depois tente colocar ele todo na boca. Acaricie os testículos com a boca, faça movimentos vai e vem quando estiver chupando a cabeça do pênis e na hora que o cara estiver gozando, se divirta, beba a vontade brinque com o esperma derrame na cabeça do pênis depois chupe de novo… Vai matar o homem de alegria e tesão.” (20 anos)

“Nao mordam. Quando estao excitadas vocês não tem controle da boca… Essa mordidinha as vezes doi pra caralho!” (26 anos)

“Assim como as mulheres, os homens também precisam de pressão, intensidade e velocidades diferentes. Teste todas até achar aquela que funciona melhor e não tente seguir nenhuma receita de bolo. Mas ninguém dispensa ser acordado com um boquete :)” (31 anos)

Olhar nos olhos do parceiro no ato, usar a língua, entender a pressão, ser bem natural e submissa. É bom também, quando o casal está menos inibido, usar de uma substância fundamental para o boquete: a saliva.” (23 anos)

Não economize na saliva, faça cara de safada, deixe ele te ajudar com as mãos.” (30 anos)

Chupe todo! Lamba devagar, aumente o ritmo, sinta o gosto do pau…segure com força enquanto chupa a cabeça…chupe as bolas…Agora, cuidado, muito cuidado com os dentes.” (20 anos)

Se quiser participar da pesquisa anônima também, clique aqui: Homens / Mulheres.

E não perca mais resultados nos próximos posts!

O que os homens querem? – Parte II: Pesquisa Sem Vergonha


Agora é a vez deles dizerem o quererem.

Quando o assunto é sexo, muita gente concorda que as mulheres são complexas e os homens muito simples – eles não precisam pré-aquecer o forno, basta apertar o botão. Mas será mesmo?

Para confirmar – ou dismistificar essa ideia – o Casal Sem Vergonha fez uma pesquisa anônima com os homens para saber o que eles realmente querem no sexo. Algumas respostas estão listadas a seguir, mas o resultado na íntegra vai virar um episódio em vídeo.

Se você, homem, ainda não respondeu e gostaria de participar desse projeto de utilidade pública, clique aqui.

E, mulheres, matem a sua curiosidade:

O QUE OS HOMENS QUEREM NO SEXO?


“A garota estar bem molhada, fazendo caras e bocas de que está adorando. Uma mulher que saiba cavalgar e também saiba dar uma boa chupada, curto pacas!” (23 anos)

“Que ela faça como se fosse a ultima vez. Gosto de mulher que tem o que pegar, mulher que da pra pegar com força dar uns tapas, puxar cabelo,  mas tambem sabe subir em cima do pau e dar uma surra de bunda” (22 anos)

Higiene, pelos zero, nenhum. Sem frescura, sexo é sexo…..só não vale fio terra!” (28 anos)

“A pegada selvagem, com dominação, mordidas, tapas e o principal: o estrangulamento” (24 anos)

“A mina ser sacana, falar sacanagem, gemer no meu ouvido. Ela tem que saber levar umas palmadas e tapinha na cara, tem que pedir por mais, tem que falar que é a minha puta. Se torna melhor ainda quando ela se mostra dedicada, chupa com vontade e te olhando, quica bem gostoso e pede pra ser esculaxada. Acho bacana ver a mulher se dando prazer tambem, tocando uma siririca enquanto eu faço anal nela, se mordendo pelos braços e apertando seu próprio peito. Ver uma mulher sentindo muito prazer e depois satisfeita de ter gozado é o que torna sexo bom para mim.” (21 anos)

Quando ela implora. Quando ela acorda o sujeito de manhã com a mão lá embaixo. Quando ela perde totalmente a noção e se baba e grita até acordar todo mundo e continua ativa quando já drenou todo o sangue do sujeito.” (25 anos)

“Quando a parceira tem o mesmo apetite, a mesma vontade que o homem demonstra.” (21 anos)

Muito sexo oral, muito contato de pele, corpos juntos, troca de calor e muito, mas muito beijo na boca.” (30 anos)

“A mulher se entregar completamente, sem pudores ou coisas do tipo.  Se está ali é porque ela também quer isso, e no mais, eles estão entre quatro paredes” (25 anos)

“A parceira demostrar que está sentindo prazer, sei que depende muito da gente elas sentirem, mas tem mulher que sequer geme na hora da transa.” (28 anos)

“A mulher dominando a situação.” (25 anos)

“Preliminares, sexo oral, depilação em dia. Particularmente gosto que unhe minhas costas.” (18 anos)

A mulher ser desinibida… e mais importante, se tocar e gostar disso, se conhecer e QUERER prazer tanto quanto o homem.” (24 anos)

“A mulher nao pode ter vergonha. E não pode ser frigida! Se ficar parada enquanto a gente faz o serviço perde toda a graça!” (20 anos)

“Um oral MUITO bem feito e bem molhado e a entrega total da mulher ao sexo.” (20 anos)

Intimidade. Corpos estranhos nem sempre geram prazer.” (26 anos)

“O tesão e participação da parceira em geral. Um pouquinho de pudor e charminhos (iniciais) de timidez também podem ser muito excitantes. Carinho é fundamental, gosto de sexo com romantismo e muitos beijos prolongados. Gosto do famoso 69 que é um clássico, de resto o que a invenção propuser é bom, sempre sem restrições.” (47 anos)

“Cada detalhe é fundamental, cada beijo, pegaada, chupada, tudo junto e no momento certo, seus momentos selvagens, calientes.  Sexo é uma delícia” (20 anos)

Brincadeiras , descontração e algumas dorzinhas. Sexo travado é um saco.” (19 anos)

Quer mais? Não perca a continuação dos resultados nos próximos posts!

Dominar ou se deixar dominar… é discutível.


Por *Tomas, do blog Casos sobre Casos.


Esse  tema caiu como uma luva porque recentemente tive duas experiências distintas que acredito ilustrarem bem minha opinião sobre a discussão em pauta.
Moça A: temperamento forte, desembaraçada, sem frescuras. Err…Rock’n’roll.
Ex-namorada de um colega. Tinha seu contato há anos aqui, mas só há pouco começamos a nos falar constantemente e em um certo momento acordamos que os dois estavam querendo sexo e simpatizavam um com o outro. Marcamos um encontro e quando nos vimos em um bar já sabiamos que iriamos transar naquela noite. Como não escondíamos o assunto e continuávamos a conversar sem pudores, durante o papo no bar eu descobri duas informações interessantes:
1- Ela gostava tanto de dominar quanto de ser dominada e queria as duas coisas;
2- Ela não gostava de tapa na bunda (“Um tapinha só, ok. Sem problemas, mas não fica dando tapa porque eu não gosto“).
Deixamos os detalhes de lado e partimos para a transa que foi sensacional. Repetimos no dia seguinte e na manhã do outro. Alternamos papéis, curtimos demais o final de semana e dei só um tapa na bunda quando ela se virou sorrindo e disse: “Você tá morrendo de vontade de dar um tapa, né? Pode dar!” – SLAM, biacth!
Moça B: delicada, de poucas palavras, chique, bem jovem. Hummm…Princesinha.
Depois de algumas noites de pegação havia chegado a hora do sexo. Ela gemia baixinho e gostoso durante as preliminares e o sexo oral (não considero sexo oral como preliminar). Tudo parecia bem. Comecei a penetração explorando em leves investidas cada passagem de anel vaginal quando na quarta estocada ela abriu os olhos, séria, e mandou na lata: Querido, enfia todo esse cacete para eu sentir ele inteiro”. Me chocou um pouco, mas topei. Toma!!! Sua cabeça pendeu para trás, abriu a boca, os olhos reviraram e ela segurou com um abraço meu corpo para que eu não me movimentasse. Eu lá estático e pensando “Querido?“. Um segundo, dois, três, quatro, cinco seis, sete. Aí ela novamente me olhou e ordenou:“Agora mete assim e dessej jeito, nesse ritmo…”
Acho que é importante que eu conte um aspecto meu nesse momento. Sabe quando você vai à uma peça de teatro ou o cinema e você odeia logo de cara o que está assistindo? Eu sou aquele que levanta e vai embora nos primeiros quinze minutos quando acho que não vale a pena compactuar com uma produção ruim. O valor do ingresso começa a custar mais caro a cada minuto de exibição e no caso da Moça B, por mais que a protagonista e o trailer prometessem, a direção se mostrou péssima. Digo isso morrendo de pena, porque ADORO feedback na cama. Acho fantástico descobrir como cada mulher gosta de cada coisa, mas as falas e o timing… estavam horríveis.
Nem havia engrenado na sintonia fina da posição naquele momento e o “querido” profanado veio como um soco no ego. “Querido” é condescendente demais para uma primeira transa com o cara. Eu nunca nem imaginaria quebrar o ritmo e o andamento para sugerir uma mudança de arranjo no meio do compasso: “Filhinha… rebola aí! E vê se requebra direito!” Não dá, né? Pelo menos não na primeira transa dos dois. É preciso de um mínimo de tato quando se está descobrindo a outra pessoa em um momento tão íntimo.
Tem homem que realmente não se abala, não se importa ou até que curta. Ora bolas, tem homem que enfia o pau em qualquer coisa que se mexe. Não é meu caso. Desengatei e dissei: “sinto muito, mas não vai rolar“. Ela entendeu e até pediu desculpas. Disse que não precisava se desculpar e que tentaríamos depois em breve.
Dias depois fomos novamente para a cama e rolou tudo ótimo. Ela adorou (ou será nominada para o Oscar) e eu só não achei a transa sensacional porque dessa vez  forcei a minha imposição como dominador ao invés de deixar rolar e deixar cada um dos papéis se desenvolver aos poucos e naturalmente.
A conclusão que cheguei é que sou dominador por natureza, mas posso aceitar o papel como dominado. O que não posso é ser dominado sem aceitar primeiro o papel. A grande diferença entre os dois casos foram a comunicação e o entendimento. Não tem mágica. O sexo sempre será melhor quando as partes envolvidas possuem um mínimo de conhecimento sobre o outro e quando essas informações ainda não estão disponíveis, meu conselho é manter-se no padrão básico: Moça submissa na cama e macho dominador devastando o que encontra pela frente. Funciona que é uma beleza na maioria dos casos. Com o tempo vocês vão se acertando e definindo melhor seus papéis de acordo com o gosto de cada um.
P.S.: A Moça A perguntou se eu curtia um tapa na bunda. Respondi que sim. Não me dá tesão, mas acho divertido e sexo tem de ser isso mesmo. Slap!



 

Sobre *Tomás

Carioca com mais de 30 anos. Vida sexual ativa, sem papas nas línguas, adora uma perversãozinha, fetiches e nunca comeu uma ruiva de verdade. Autor do Casos sobre Casos.

Dominação e submissão no sexo – Ep. 16 – Casal Sem Vergonha


Sexo sempre esteve ligado com a ideia de dominação e submissão.

Nesse episódio, batemos um papo sobre o assunto.

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