Pelo Direito de Transar no Primeiro Encontro!


Fazendo uma enquete rápida pelo twitter, com a pergunta “Mulher que dá no primeiro encontro queima o filme?”, nos surpreendemos em descobrir que são as mulheres – SIM, elas mesmos – que mais acham que transar na primeira vez deixa uma impressão ruim. Impressionantemente, parece que os homens estão deixando os tabus de lado.

O fato é o seguinte: tanto homens e mulheres gostam de sexo, sentem tesão e querem transar. Se rolou uma química, porque só o homem tem o direito de querer sexo? Mulheres querem também! Isso não quer dizer que tenhamos que sair transando com o primeiro que encontrar pela frente, mas se bateu vontade, por que não? Precisamos ter o direito de escolhermos o que nos faz feliz, sem nos deixar influenciarmos pelos julgamentos dos outros.

 E se você ainda pensa que mulher que transa no primeiro encontro é vadia, os itens a seguir são pra você:

–        Mulheres tem tesão igual os homens. Muitas vezes os dois vão pra casa com vontade e desperdiçam a chance de ter tido uma noite incrível.

–        Homem que acha que mulher fica desvalorizada por querer transar, merece mesmo uma mulher sem atitude, que não tem coragem de dizer o que quer e o que pensa.

–        Transar no primeiro encontro só vai ser negativo se o sexo foi ruim. Então se for transar, represente.  Se o sexo foi ótimo, porque ele não iria querer sair com você de novo?

–        Aceite o fato que algumas pessoas só querem transar mesmo, e tem o direito de escolher isso – tanto mulheres quanto homens. Se vocês transaram e ele nãodeu mais as caras, pode ser que só estivesse a procura de sexo mesmo. E seria igual se tivesse transado no 3o, 4o ou 10o encontro. Aceite esse fato.

–        Mulheres que não se prendem a esses padrões enraizados na sociedade são mais livres, independentes e seguras. Você escolhe a mulher que quer ter ao seu lado.

–         Se ela transou com você na primeira vez, isso não significa que ela faz isso com todos os outros – pra querer sexo é preciso haver conexão. Se for pra ser sem conexão, ficamos com nossos vibradores, obrigada.

E vocês? Concordam? Queremos ouvir as opiniões nos comentários!

Assista também o nosso primeiro vídeo que foi justamente sobre esse tema:

Homens: 23 Razões Pelas Quais os Amamos


        Os últimos posts 29 Coisas que os Homens Adorariam que as Mulheres Soubessem  e  34 Coisas que as Mulheres Adorariam que os Homens Soubessem   geraram um debate enorme entre homens e mulheres. E esse post vem pra afirmar que não queremos uma guerra de sexos – nós reclamamos, mas não conseguimos viver sem o outro.

        Esse post é dedicado aos homens. Sim, nós os amamos – mesmo eles sendo esses seres distraídos e desajeitados, precisamos admitir que nossa vida não teria o mesmo brilho sem eles. Eis aqui os motivos:

HOMENS: 23 Razões Pelas Quais os Amamos

1. Porque eles estão sempre quentes e esquentam melhor do que qualquer cobertor.

2. Porque eles são ótimos em serviços chatos, como trocar lâmpada, instalar aparelhos eletrônicos, consertar a gaveta quebrada.

3. Porque eles sempre sabem como chegar nos lugares.

4. Porque eles acordam bonitos, mesmo com o cabelo todo bagunçado.


5. Porque a gente encaixa perfeitamente no peito deles na hora de dormir.

6. Porque eles falam menos e fazem mais.

7. Porque eles tem o poder de levantar nossa auto-estima com uma palavra, mesmo quando estamos nos sentindo gordas e acabadas.

8. Porque eles não tem medo de insetos estranhos (ou pelo menos fingem que não).

9. Porque eles geralmente dispensam a sobremesa de chocolate, deixando a gente comer o restinho deles.

10. Porque eles não se importam em dirigir.


11. Porque eles conseguem ficar sexy de jeans e camiseta.

12. Porque eles não podem fingir orgasmo.

13. Porque eles viram criança na frente de um vídeo game ou de uma bola.

14. Porque eles esquecem qualquer assunto quando damos umas pegadas neles por baixo da mesa num bar.

15. Porque eles estão sempre prontos pra transar.


16. Porque eles nos deixam ficar com 80% do guarda-roupa.

17. Porque somos viciadas na sensação de mãos e braços grandes nos abraçando.

18. Porque eles sempre oferecem o casaco quando está frio, mesmo se eles só estiverem de camiseta por baixo.

19. Porque eles sempre ficam felizes quando conseguem abrir nosso sutiã só com uma mão.

20. Porque, sempre que a gente senta no colo deles e pergunta: “Tô pesada?” eles respondem: “Não, você é levinha, pode ficar.”


21. Porque eles sempre ficam hipnotizados quando trocamos de roupa na frente deles, mesmo que já tenham visto a cena 300 vezes antes.

22. Porque eles se vestem em 4:30 minutos, não importa se estiverem indo pra padaria ou pra um casamento.

23. Porque eles tem as mãos mais fortes pra fazer massagem.

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Sim! Nós sabemos que a lista não se aplica a todos!  Nos ajude a deixá-la mais completa com a sua opinião nos comentários!

Fetiches & Fantasias – o lado bizarro de todos nós


Pra falar desse tema, nada melhor do que começar com uma frase do ilustríssimo Nelson Rodrigues: “Se soubéssemos dos detalhes da vida sexual das pessoas não falaríamos com elas.”

Todo mundo tem fetiches ou fantasias, poucos tem coragem de assumir. Uma vez ouvi uma história de um homem que procurou uma garota de programa e chegando lá ele não queria transar – queria, invés disso, limpar o apartamento da moça e ser tratado como um empregado. O sexo era o que menos importava pra ele.

Fetiche é a atração sexual exclusiva por alguma parte do corpo ou por objetos ou ações teoricamente nada relacionados ao sexo. Já a fantasia sexual, se refere a tudo que envolve imaginação e, não necessariamente, realização. Mas de fato, os dois andam muito juntos, já que se uma fantasia tem tema específico, pode ser considerada fetiche também.

Jogue a primeira pedra aquele que nunca se pegou fantasiando com coisas bizarras. Listaremos aqui os fetiches mais comuns e os mais, digamos, inusitados. Aproveita e vê se reconhece o seu nessa lista:

OS MAIS COMUNS

Masoquismo: pra eles, o prazer é ser submetido e humilhado. Gostam de tapas, arranhões, mordidas, xingamentos – tudo o que as colocam em uma posição inferior.

–        Sadismo: Para todo masoquista ser feliz, tem que haver um sádico.O barato desses é dominar, causar dor, sofrimento, humilhar.

–        Voyeurismo: Prática dos que gostam observar de longe o sexo em si ou qualquer coisa relacionada que os excite.

–        Cross-dressing: Pessoas que sentem prazer em vestir roupas do sexo oposto e que nao tem nada a ver com orientação sexual. Sim, aquele gostoso da academia pode gostar de usar um fio-dental por baixo da calça.

–        Fantasia envolvendo estupro: Pessoas que tem tesão em imaginar que estão sendo forçadas a fazer sexo.

–        Fantasias homossexuais: Tesão em se imaginar transando com pessoas do mesmo sexo.

–        Transar com mais de uma pessoa na cama: Essa é a preferência nacional. Seja com mai um homem ou mais uma mulher, o menage ou threesome vem ganhando cada vez mais adeptos.

FANTASIAS MAIS “INUSITADAS”

–        Crush Fetish: Desejo em ver pequenos insetos e animais sendo esmagados até a morte.

–        Autonepiofilia: Pessoa que sente tesao em usas fraldas e ser tratada como um bebê.

–        Agorafilia: Pessoas que tem tesao incontrolável por transar em lugares públicos.

–        Looners: Aqueles que tem fetiche por balões. Alguns curtem estourá-los outros só brincar com eles.

–        Emetofilia: Fantasia dos que curtem vomitar ou que o parceiro vomite neles.

–        Exibicionismo: Tesão em mostrar as partes íntimas para pessoas estranhas.

–        Coprofilia: Tesão estimulado por excrementos: xixi ou cocô. Alguns gostam de ver, outros de cheirar e os mais loucos de ingerir.

–        Omorashi: Fetiche inventado pelos japoneses, que consiste em ter tesão em estar ou ver alguém com a bexiga cheia.

Daria pra listar mais uma infinidade de taras e fantasias – e, por mais bizarras que pareçam, a gente tem que lembrar que de perto ninguém é normal. Se for feito com segurança e SEM PREJUDICAR ninguém, as fantasias podem ser bem divertidas: vá fundo e ache alguém tão louco quanto você pra te acompanhar.

À procura do boquete perfeito – Pesquisa Sem Vergonha – Parte III


Todo homem gosta de um bom boquete. Se não gosta, provavelmente nunca encontrou uma mulher que o chupasse bem-feito. Mas mesmo as mulheres estando cientes disso, muitas ficam sem saber o que significa mesmo um bom boquete.

Para ajudar as mulheres que querem melhorar e para deixar os homens ainda mais malucos por sexo, vamos soltar aqui um preview da terceira parte da Pesquisa Sem Vergonha:

QUAL CONSELHO DARIA PARA UMA MULHER QUE QUER FAZER UM BOQUETE INESQUECÍVEL?


“Caprichar na saliva e nunca esquecer de lamber as bolas do homem.” (35 anos)

Olhar nos olhos do cara” (25 anos)

“Sem “nojinho“. Lambuze-se. Divirta-se. Engolir é fundamental.” (34 anos)

“Pensar que o pau é o último do mundo. Fazer mais molhado possivel. E colocar o máximo que conseguir na boca” (22 anos)

“Chupem com vontade , manda ver na putaria, e esquece do politicamente correto. Se  lambuza que o brinquedo é seu.” (28 anos)

“Começe sempre com muita suavidade e salivação, língua bem cheia, quando sentir as reações pode dar umas lambidas na cabeça do pau, mas não esqueça que em algum momento, você deve realmente chupar, usar succção mesmo.” (47 anos)

“Esqueçam as orientações que mandam fazer de conta que é um sorvete, pirulito, etc. Você está chupando um PAU, é como pau que deve chupá-lo. O homem gosta, mas pra ser inesquecível, a mulher tem que gostar mais ainda de fazer.” (35 anos)

“1- Tenta chupar o pau todo! Se nao der pra colocar tudo, vai até o maximo que der.
2- Pensa que a sua boca é a sua mão na hora que ta batendo uma punheta… chupando no sobe e desce.
3- Deixa gozar na boca e de preferência, engole” (28 anos)

“Dar atenção a cada detalhe, sem pudor. Dar atenção ao pau (cabeça) e às bolas. Halls preto.” (33 anos)

Prender o cabelo antes. Mamar me olhando, diretamente nos meus olhos, essa é essencial. Tentar engolir de verdade, fazer gagging. Bater com o pau na cara dela enquanto ela olha pra mim.” (22 anos)

Fazer por vontade e não pra agradar o parceiro. Se a mulher largar esssa ‘obrigação’  de lado e cair de boca com vontade acho que vai ser bem legal.” (19 anos)

“Não esqueçam do saco, olhem nos olhos do sujeito e façam até o fim — ou dêm pro cara de forma que ele não vá esquecer. Parar no meio pra terminar batendo uma não é ruim, mas é a diferença entre bom e inesquecível.” (25 anos)

“Ouse inovar como por exemplo usar um bombom de menta, e crie um clima antes!” (28 anos)

Faça com a mesma vontade e prazer que gostaria que um homem fizesse em você.” (21 anos)

“Tomar muito cuidado com os dentes. ” (18 anos)

“O conselho é ter muito carinho no pênis, puxe toda a pele do pênis para trás, lambidas na glande e no freio é fundamental. Passe a língua no buraquinho, depois tente colocar ele todo na boca. Acaricie os testículos com a boca, faça movimentos vai e vem quando estiver chupando a cabeça do pênis e na hora que o cara estiver gozando, se divirta, beba a vontade brinque com o esperma derrame na cabeça do pênis depois chupe de novo… Vai matar o homem de alegria e tesão.” (20 anos)

“Nao mordam. Quando estao excitadas vocês não tem controle da boca… Essa mordidinha as vezes doi pra caralho!” (26 anos)

“Assim como as mulheres, os homens também precisam de pressão, intensidade e velocidades diferentes. Teste todas até achar aquela que funciona melhor e não tente seguir nenhuma receita de bolo. Mas ninguém dispensa ser acordado com um boquete :)” (31 anos)

Olhar nos olhos do parceiro no ato, usar a língua, entender a pressão, ser bem natural e submissa. É bom também, quando o casal está menos inibido, usar de uma substância fundamental para o boquete: a saliva.” (23 anos)

Não economize na saliva, faça cara de safada, deixe ele te ajudar com as mãos.” (30 anos)

Chupe todo! Lamba devagar, aumente o ritmo, sinta o gosto do pau…segure com força enquanto chupa a cabeça…chupe as bolas…Agora, cuidado, muito cuidado com os dentes.” (20 anos)

Se quiser participar da pesquisa anônima também, clique aqui: Homens / Mulheres.

E não perca mais resultados nos próximos posts!

Dominar ou se deixar dominar… é discutível.


Por *Tomas, do blog Casos sobre Casos.


Esse  tema caiu como uma luva porque recentemente tive duas experiências distintas que acredito ilustrarem bem minha opinião sobre a discussão em pauta.
Moça A: temperamento forte, desembaraçada, sem frescuras. Err…Rock’n’roll.
Ex-namorada de um colega. Tinha seu contato há anos aqui, mas só há pouco começamos a nos falar constantemente e em um certo momento acordamos que os dois estavam querendo sexo e simpatizavam um com o outro. Marcamos um encontro e quando nos vimos em um bar já sabiamos que iriamos transar naquela noite. Como não escondíamos o assunto e continuávamos a conversar sem pudores, durante o papo no bar eu descobri duas informações interessantes:
1- Ela gostava tanto de dominar quanto de ser dominada e queria as duas coisas;
2- Ela não gostava de tapa na bunda (“Um tapinha só, ok. Sem problemas, mas não fica dando tapa porque eu não gosto“).
Deixamos os detalhes de lado e partimos para a transa que foi sensacional. Repetimos no dia seguinte e na manhã do outro. Alternamos papéis, curtimos demais o final de semana e dei só um tapa na bunda quando ela se virou sorrindo e disse: “Você tá morrendo de vontade de dar um tapa, né? Pode dar!” – SLAM, biacth!
Moça B: delicada, de poucas palavras, chique, bem jovem. Hummm…Princesinha.
Depois de algumas noites de pegação havia chegado a hora do sexo. Ela gemia baixinho e gostoso durante as preliminares e o sexo oral (não considero sexo oral como preliminar). Tudo parecia bem. Comecei a penetração explorando em leves investidas cada passagem de anel vaginal quando na quarta estocada ela abriu os olhos, séria, e mandou na lata: Querido, enfia todo esse cacete para eu sentir ele inteiro”. Me chocou um pouco, mas topei. Toma!!! Sua cabeça pendeu para trás, abriu a boca, os olhos reviraram e ela segurou com um abraço meu corpo para que eu não me movimentasse. Eu lá estático e pensando “Querido?“. Um segundo, dois, três, quatro, cinco seis, sete. Aí ela novamente me olhou e ordenou:“Agora mete assim e dessej jeito, nesse ritmo…”
Acho que é importante que eu conte um aspecto meu nesse momento. Sabe quando você vai à uma peça de teatro ou o cinema e você odeia logo de cara o que está assistindo? Eu sou aquele que levanta e vai embora nos primeiros quinze minutos quando acho que não vale a pena compactuar com uma produção ruim. O valor do ingresso começa a custar mais caro a cada minuto de exibição e no caso da Moça B, por mais que a protagonista e o trailer prometessem, a direção se mostrou péssima. Digo isso morrendo de pena, porque ADORO feedback na cama. Acho fantástico descobrir como cada mulher gosta de cada coisa, mas as falas e o timing… estavam horríveis.
Nem havia engrenado na sintonia fina da posição naquele momento e o “querido” profanado veio como um soco no ego. “Querido” é condescendente demais para uma primeira transa com o cara. Eu nunca nem imaginaria quebrar o ritmo e o andamento para sugerir uma mudança de arranjo no meio do compasso: “Filhinha… rebola aí! E vê se requebra direito!” Não dá, né? Pelo menos não na primeira transa dos dois. É preciso de um mínimo de tato quando se está descobrindo a outra pessoa em um momento tão íntimo.
Tem homem que realmente não se abala, não se importa ou até que curta. Ora bolas, tem homem que enfia o pau em qualquer coisa que se mexe. Não é meu caso. Desengatei e dissei: “sinto muito, mas não vai rolar“. Ela entendeu e até pediu desculpas. Disse que não precisava se desculpar e que tentaríamos depois em breve.
Dias depois fomos novamente para a cama e rolou tudo ótimo. Ela adorou (ou será nominada para o Oscar) e eu só não achei a transa sensacional porque dessa vez  forcei a minha imposição como dominador ao invés de deixar rolar e deixar cada um dos papéis se desenvolver aos poucos e naturalmente.
A conclusão que cheguei é que sou dominador por natureza, mas posso aceitar o papel como dominado. O que não posso é ser dominado sem aceitar primeiro o papel. A grande diferença entre os dois casos foram a comunicação e o entendimento. Não tem mágica. O sexo sempre será melhor quando as partes envolvidas possuem um mínimo de conhecimento sobre o outro e quando essas informações ainda não estão disponíveis, meu conselho é manter-se no padrão básico: Moça submissa na cama e macho dominador devastando o que encontra pela frente. Funciona que é uma beleza na maioria dos casos. Com o tempo vocês vão se acertando e definindo melhor seus papéis de acordo com o gosto de cada um.
P.S.: A Moça A perguntou se eu curtia um tapa na bunda. Respondi que sim. Não me dá tesão, mas acho divertido e sexo tem de ser isso mesmo. Slap!



 

Sobre *Tomás

Carioca com mais de 30 anos. Vida sexual ativa, sem papas nas línguas, adora uma perversãozinha, fetiches e nunca comeu uma ruiva de verdade. Autor do Casos sobre Casos.

Dominação e submissão no sexo – Ep. 16 – Casal Sem Vergonha


Sexo sempre esteve ligado com a ideia de dominação e submissão.

Nesse episódio, batemos um papo sobre o assunto.

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